Recensión de Carlos Alberto Faraco, História sociopolítica da língua portuguesa, São Paulo: Parábola, 2016

Data de publicació

2021-02-01T14:53:40Z

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2016

2021-02-01T14:53:40Z

Resum

«As línguas são fascinantes»: com essa frase inicia Carlos Alberto Faraco sua extensa monografia sobre a história do português. Trata-se de um ponto de partida que vai impregnar boa parte deste trabalho também fascinante. Porque Faraco evita quase sempre uma das grandes tentações dos que falam sobre alguma das línguas demograficamente maiores do mundo - com uma história que com frequência tem permitido arroubos desmesurados (à par, é preciso também reconhecê-lo, de declarações depressivas dificilmente compreensíveis para aqueles que falamos línguas «pequenas»): o chauvinismo linguístico. Desde o início, o autor lembra-nos a impossibilidade de falar da história de uma língua isoladamente, sem referência às outras, àquelas com as que compartilhou falantes e/ou espaço. Porque não há língua que não tenha estado em contato com outras, muito menos, evidentemente, uma língua com uma longa história colonial...

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Universidade da Coruña

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Revista Galega de Filoloxía , 2016, num. 17, p. 199-203

https://doi.org/10.17979/rgf.2016.17.0.1877

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